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Mostrando postagens de janeiro, 2014
E eu que te esperei por uma vida e esperaria por todas elas se você me pedisse, eu que não sabia se era diferente ou se era igual a toda gente que eu vejo pela janela daquele carro amarelo, ah, mas era um carro talvez um porshe amarelo com rodas giratórias que derrapavam no inverno, e com toda aquela chuva que me traz, enganou a minha paz e as rodas do nosso carro
Você me confunde, me corroí, me deixa estranho sem saber o que dizer por muitas das vezes, bem que eu queria jogar tudo fora e correr para você, pular nos seus braços e te envolver com um laço que seria mais forte que o aço que por fim, enfim domina meu saber
Ah, se eu soubesse a falta que você me faz, não te mandaria embora nunca mais, te guardava sempre perto de mim, parece ruim, como embrulho de cetim, te guardaria para mim, e se um dia você quisesse ir, te mostraria os motivos que te fizeram ficar aqui, e se repensar talvez ou pensar de vez em quando que em uma dessas vezes você me pegou pensando, no que andei te falando, que nada seria melhor pra mim do que ter você sempre perto de mim
E se um dia eu não souber o que dizer, diga algo por você, diga algo de você pra mim, algo que me faça sorrir, sorrir assim pra ti. E se nesse dia você não souber o que dizer, eu digo algo pra você, digo algo de mim pra você, algo que te faça sorrir, sorrir assim para mim.
Me perguntaram porque gosto da cor preta, acho que me identifico com ela, talvez por ser isolada, ou um erro, talvez por não ter suas tonalidades, talvez só por ser todo o vazio que um dia senti, acho que é por isso que existe o branco, acho que ele completaria todo aquela escuridão, é triste saber que como apenas cores, isso é impossível, só torna o romance proibido mais bonito...
E eu fui para você o que nunca mais serei para ninguém