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Mostrando postagens de julho, 2016
Afogado em decepções, em um oceano obscuro, nadando contra a barreira imaginária para recuperar o tempo perdido, vagante de eras como quem vaga por sua casa, trilhando caminhos que nem mesmo a natureza fétida seria capaz de guiar, de mãos dadas com o abismo, encarando o passado, na espera do futuro, atropelando o presente, presente aquele, que seria dado de bom grado, ou de todo jeito, não é diferente se colocado no peito, triste e inquieto, um apelo no escuro, uma chama na luz, uma oração para a humanidade, digno ato de um covarde, quem seria o ilustre ser a quem todos recorressem quando a inércia atingisse em cheio, como uma bomba atinge inocentes, como um tubarão mastiga sua presa, como... a razão atinge seu peito, mas não se pode ouvir sua voz, em suma, é gritante, agonizante, aterrorizador, sua dor vívida, da forma mais banal cabível, não se colocada em palavras ou... em atitudes, mas arremessadas ao ar como balões.