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Mostrando postagens de novembro, 2016
Você é meu entorpecente, minha cocaína, minha metanfetamina minha dose de cafeína em uma noite fria.
O mundo é como uma criança suja aos prantos acenda esse cigarro e o coloque nos lábios sinta a fumaça descer sua garganta e se divirta você sabe que isso vai te matar a longo prazo mas que se dane! Nossa vida não dura tanto quanto pensamos rotulei esse script, o fuzilei com uma semi automática chutei a porta do seu quarto e te explodi sem remorso, puta! Não fico no chão quando me pisam levanto e o mundo estremece vadia entenda meu ódio ele se alimenta do meu ser eu já nem sei em qual parte o amor foi parar não há amor, nunca há amor, vadia não há amor nunca vai.
Me casei com a dor e ela rompeu nossos votos nosso quarto é meu ponto de agonia e eu sinto isso todo dia ela sussurra no meu ouvido que não sou mais capaz quebre a perna e que se dane estou no controle desse jogo largue o controle, foda-se tudo puxe o gatilho e mire em todos os lugares que imaginar acalme-se vadia, essa é a combinação do azar jogue-se na vala, sem amor no dia de amanhã.
Leve-me de volta para o fim, me abandone lá, me deixe ali, nunca devia ter voltado para o começo, a amargura é maior do que você pode imaginar, não é como um filme rebobinado, é como um câncer realojado, não poderei remover isso até fim do meu dia, meu dia é demorado, dias meses e até um passado, te digo meu amigo, não é algo engraçado, leve-me de volta para o fim, já cansei desse engradado.