Ele era um livro, um livro jamais lido,
ela era uma poesia, com letras e versos lindos,
ele era o anoitecer em uma praia,
ela era o amanhecer de toda uma jornada,
ele não tinha direção,
ela insistia em segurar sua mão,
ele a protegia do perigo,
ela era seu melhor abrigo,
ele era chato e sem graça,
ela era boba e engraçada,
ele era do tudo um nada,
ela era nada mais do que tudo,
ele a cantava na alvorada,
ela aceitava, simples caprichosa e mimada,
mas, em todavia, quem um dia diria, que no meio de tanta controvérsia,
existiria rima nessa agonia
ela era uma poesia, com letras e versos lindos,
ele era o anoitecer em uma praia,
ela era o amanhecer de toda uma jornada,
ele não tinha direção,
ela insistia em segurar sua mão,
ele a protegia do perigo,
ela era seu melhor abrigo,
ele era chato e sem graça,
ela era boba e engraçada,
ele era do tudo um nada,
ela era nada mais do que tudo,
ele a cantava na alvorada,
ela aceitava, simples caprichosa e mimada,
mas, em todavia, quem um dia diria, que no meio de tanta controvérsia,
existiria rima nessa agonia
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