Encostado em um poste, à beira de alguma rua, ele acendia seu cigarro, o tirava de um maço amarrotado pelo atrito no bolso de sua camisa, ele o fumava lentamente lançando a fumaça ao céu como se tentasse desenhar rostos, ela está em sua mente, ele se levantava lentamente e caminhava por ai sem um destino, sua mão trêmula preenchida por uma garrafa já vazia de alguma mistura feita por ele mesmo, confie na sua verdade, ele crescera com esse pensamento, mas ele queria outras chances, duas não eram o bastante para humanos que nunca param de errar.

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