Mórbido és tu, que se aprisiona lentamente, trancafiado em tua mente, acreditas ser um pouco mais gente, relutante inutilmente, agoniza em tua crente, crente de com razão, luta pelo perdão, perdoai os indulgentes, os rabugentos e os incrédulos, mas não perdoais aqueles que não entendem, a bolha da qual se prendem.
Me vejo envolto pela caça, predador que sou, grito de agonia pelas mordidas, não sinto mais a dor, apenas o desconforto, não sinto mais o ódio, apenas o frio, não sinto mais amor... apenas sinto o tempo passar por mim enquanto vejo minha carne ser destroçada pela caça.
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