Na estrada, ele caminhava sozinho, suas costas flácidas, escoradas em um poste qualquer, sua garrafa vazia, debruçada no caminho, seus cadarços, desatados e seu cabelo bagunçado.

Mas ele se mantinha inerte. E naquele luar, ele a jurou, por todas as pessoas, ele jurou, por tudo que podia acumular em seu peito, por tudo que não cabia em seu coração, e por tudo que podia gritar sem mover seus lábios, o seu distúrbio tinha nome.

Seu distúrbio tinha um nome, sua dor tinha dois, sua agonia tinha três, mas seu próprio nome, era uma incógnita. Ele conhecia a face de Deus, e ele a odiava mais que a sua própria, ele a amaldiçoava como a si próprio, ele era um turbilhão, um furacão, uma tempestade destrutiva e ao mesmo tempo... ele era um silêncio, disputado com a escuridão da madrugada.

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