Como ela me olhou, eles me perguntaram isso no dia que nos vimos, e eu não conseguia responder, de novo, eu só imaginava seus olhos, fitando o luar ao meu lado, o que eu deveria supor? E durante a noite que te dei a minha natureza lúcida e confusa, e como eu deveria responder a seus apelos de realidade? Eu sou um poeta, convivo nas madrugadas e tenho overdoses de tristeza, me injeto com aquilo que mata por dentro, e te ter em minha mente, me trouxe ao começo, e não sei bem como voltar a isso, e essa noite eu ouço uma melodia, deixe-me voltar, a imaginação, eu não lembro o que deveria fazer para te seguir, mas me deixe voltar a imaginação.
Fica tão difícil te esquecer, quando tudo me lembrar você. Caminhar na noite nunca foi tão solitário, sem você ao meu lado, não é como um vício, uma droga um carinho, era como uma obsessão, o toque de sua mão, me acalmava, eu era um leão na solidão, rugia com seu afago e me silenciava com sua distância, o tempo não nos foi justo, a vida também não, uma série de coisas nos aconteceram, não tivemos controle algum sobre elas, apenas boiamos em um oceano e deixamos as ondas nos lançarem na areia, embora, a vida nos prega peças, não seria diferente com tudo isso, não fomos jogados juntos na areia, mas fomos afogados o mais distante possível, não distante da beira, ou de qualquer outra coisa, mas distante de nós, estávamos longe um do outro e ainda estamos, mandei cartas ao vento, cartas que você jamais lerá, agora, começo uma nova história, um livro já fora queimado, noites já forma perdidas, o seu cheiro não vaga pela minha mente, seus cabelos não deslizam em minhas mãos, seu vazio não com...
Olha q bunitin
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