Perdendo mais e mais o medo de deixar de existir, vou me apegando a ideia de um paraíso para mim, talvez, não no céu ou no inferno, mas em algum lugar onde eu não precise chorar todos os dias, sinto que estou me carregando para dentro de um furacão e ele está me destruindo, como um buraco negro, devorando minha luz, me vejo em um escuro lastimante e não enxergo mais saída, talvez não mais exista, talvez não deva que eu, persista, mas não quero me perder amanhã, não de novo.
Eu pedi, para que nessa madrugada, tudo fosse diferente, e que eu não caísse em um abismo profundo, mas eu só sinto que estou sendo deixado para trás, porque depois disso, eu continuo sozinho. Mesmo quando quebram meu coração? Isso já não assista.
Mesmo quando arrancam meus braços? A dor também não está me assustando. Porque no fim de tudo isso, eu continuo sozinho.
Eu pedi, para que nessa madrugada, tudo fosse diferente, e que eu não caísse em um abismo profundo, mas eu só sinto que estou sendo deixado para trás, porque depois disso, eu continuo sozinho. Mesmo quando quebram meu coração? Isso já não assista.
Mesmo quando arrancam meus braços? A dor também não está me assustando. Porque no fim de tudo isso, eu continuo sozinho.
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