Eu sinto falta de um dia onde eu não precisasse sentir tudo. Mas eu sei que dias como esse nunca mais voltarão, eu tenho o dever, tenho a obrigação, de sentir tudo que habita neste mundo, sinto a dor da formiga ao perder seu lar, sinto a dor do gavião ao perder sua caça, sinto a dor do abandono e a dor da não reciprocidade, o platonismo do qual estou imergindo, o platonismo simbólico, cujo único efeito seja a causalidade de me empurrar contra o precipício. A pior parte disto, é que eu não reluto. Apenas entrego-me, como a dama que deita em sua cama, cedendo-te a ti, seu corpo, mesmo que por uma noite, eu sou essa dama, cedendo minha vida ao terror que ronda minha mente, e mesmo que eu tentasse mudar isso...
É como um filme de terror, ilógico, mas, para onde vou, sou capturado pelo assassino, mas é estranho, quando ao olhar em seus olhos, vejo minha própria face, e isso me aterroriza mais do que eu gostaria de aceitar, é como se parte de mim desejasse o fim e a outra apenas já estivesse morta.
Eu espero tirar forças de todos os lugares para seguir suportando, mas cada dia se dificulta tudo, quando em meus olhos peço socorro, e em teus ouvidos nada ouves, é, espero que não se culpe por isso, mesmo que eu tenha tentado pedir por socorro e mesmo que ninguém tenha vindo ao meu resgate, eu não posso culpar sequer uma única alma, afinal... O problema real, habita em mim, e sempre vai habitar.
Como a fome devorando meu estômago, vejo-me apegado a desilusão fútil de que posso alterar o roteiro do qual minha vida segue, peregrinando de desfecho em desfecho, buscando o que mais se encaixe em meu desejo, mas há um grande problema, em seguir desfechos de outros roteiros... eles nunca irão expressar no fim, o que eu tentei dizer no começo.
Estou tão cansado, estou tão vazio.
Estou tão... cansado. Estou tão... vazio.
É... talvez seja só mais um delírio do cansaço vazio.
É como um filme de terror, ilógico, mas, para onde vou, sou capturado pelo assassino, mas é estranho, quando ao olhar em seus olhos, vejo minha própria face, e isso me aterroriza mais do que eu gostaria de aceitar, é como se parte de mim desejasse o fim e a outra apenas já estivesse morta.
Eu espero tirar forças de todos os lugares para seguir suportando, mas cada dia se dificulta tudo, quando em meus olhos peço socorro, e em teus ouvidos nada ouves, é, espero que não se culpe por isso, mesmo que eu tenha tentado pedir por socorro e mesmo que ninguém tenha vindo ao meu resgate, eu não posso culpar sequer uma única alma, afinal... O problema real, habita em mim, e sempre vai habitar.
Como a fome devorando meu estômago, vejo-me apegado a desilusão fútil de que posso alterar o roteiro do qual minha vida segue, peregrinando de desfecho em desfecho, buscando o que mais se encaixe em meu desejo, mas há um grande problema, em seguir desfechos de outros roteiros... eles nunca irão expressar no fim, o que eu tentei dizer no começo.
Estou tão cansado, estou tão vazio.
Estou tão... cansado. Estou tão... vazio.
É... talvez seja só mais um delírio do cansaço vazio.
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