Eles me sussurram os ouvidos, coisas sobre ti, qual é o seu nome? De olhos fechados não consigo me lembrar. Chutando a areia da praia, esperando que a poeira te traga de volta. E durante a noite eu olho para as estrelas da minha janela, eu deveria fazer algo diferente?
Eu me cubro com meu lençol, deixando meus pés para fora, você pode segura-los se isso te impedir de cair, é isso que eu deveria fazer? Mas a poeira não te trouxe de volta para mim.
Amanhece nosso dia, devo chama-lo de nosso? Você não está aqui e meus pés estão gelados, pisoteio o chão e caminho pela casa, não vejo motivos para comer, prometi ter essa refeição com você, então me leve de volta até a nossa cama, é isso que eu deveria fazer?
Destranco as portas da casa e me penduro na sacada, se eu cair de tão alto, vou sobreviver? Eu espero que não, mas essa tarde, não. Porque eu sempre acredito que você vá abrir a porta da frente, me olhar nos olhos e dizer que chegou, será redundante, mas é tudo que preciso ouvir, nada mais, nada menos, afinal, toda aquela cortina de fumaça, me levaria de volta até você.
Eu me cubro com meu lençol, deixando meus pés para fora, você pode segura-los se isso te impedir de cair, é isso que eu deveria fazer? Mas a poeira não te trouxe de volta para mim.
Amanhece nosso dia, devo chama-lo de nosso? Você não está aqui e meus pés estão gelados, pisoteio o chão e caminho pela casa, não vejo motivos para comer, prometi ter essa refeição com você, então me leve de volta até a nossa cama, é isso que eu deveria fazer?
Destranco as portas da casa e me penduro na sacada, se eu cair de tão alto, vou sobreviver? Eu espero que não, mas essa tarde, não. Porque eu sempre acredito que você vá abrir a porta da frente, me olhar nos olhos e dizer que chegou, será redundante, mas é tudo que preciso ouvir, nada mais, nada menos, afinal, toda aquela cortina de fumaça, me levaria de volta até você.
Comentários
Postar um comentário