Estou à deriva. Em um pequeno barco de madeira, com minha vara, estou tentando pescar algo para meu jantar.
Estou longe de casa, e onde me encontro, nunca serei resgatado.
Talvez seja impossível, ou talvez, apenas, pouco provável.
Eu sou uma prisão, e confesso, é mais confortável aceitar isso.
Eu tinha esperanças de que, mesmo em queda livre, poderia voar pelo lindo céu azul, eu precisava ter esperanças quando nada mais me restava.
Continue, continue vivo. Foram as palavras sussurradas, mas eles não entendem, eu sou uma prisão.
Talvez você, possa me tirar de dentro de mim mesmo, ou talvez você possa se aprisionar aqui comigo, é tão solitário quando você encara o vazio do abismo, e ele não pode te encarar de volta, digo, não é como olhar num espelho e enxergar todo o fracasso, mas é como olhar em um gigantesco nada, que se assemelha as suas expectativas e conquistas.
Minha cabeça dói, meu corpo desmonta, perco os sentidos e meus lábios sangram, tudo começa a girar e eu sinto que estou novamente caindo. Eu tento respirar mas... eu sou uma prisão.
Estou longe de casa, e onde me encontro, nunca serei resgatado.
Talvez seja impossível, ou talvez, apenas, pouco provável.
Eu sou uma prisão, e confesso, é mais confortável aceitar isso.
Eu tinha esperanças de que, mesmo em queda livre, poderia voar pelo lindo céu azul, eu precisava ter esperanças quando nada mais me restava.
Continue, continue vivo. Foram as palavras sussurradas, mas eles não entendem, eu sou uma prisão.
Talvez você, possa me tirar de dentro de mim mesmo, ou talvez você possa se aprisionar aqui comigo, é tão solitário quando você encara o vazio do abismo, e ele não pode te encarar de volta, digo, não é como olhar num espelho e enxergar todo o fracasso, mas é como olhar em um gigantesco nada, que se assemelha as suas expectativas e conquistas.
Minha cabeça dói, meu corpo desmonta, perco os sentidos e meus lábios sangram, tudo começa a girar e eu sinto que estou novamente caindo. Eu tento respirar mas... eu sou uma prisão.
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