Eu não sei por onde começar nem por onde devo terminar, a impotência predomina meu ser afogando-me em uma inconsistente mas perdurante dor. Raiva, amargura, tristeza, solidão. Tudo mistura-se em uma cápsula que eclode em meu ser, rompendo-se em enzimas destrutivas que regurgitam-me de forma visceral.
Mais do que isso, continuo me sentindo pressionando por mim mesmo, meus dentes, sentem o amargo gosto escarlate do que corre em minhas veias, e eu me pergunto, o que fiz para merecer algo tão grotesco, meus lábios mal abrem sem que a dor tome conta de minhas palavras, olho em sua face e só vejo um espelho manchado, e todas essas pequenas coisas fazem parte disso...
O que poderá me salvar quando não houver mais nada para mim? Eu odeio ficar sozinho, mas eu não quero arrastar ninguém para meu abismo, estou em uma corda bamba e sei que logo logo irei despencar.
Quebrei meu sistema atirando-me as pedras, minha alma gritou por ajuda, mas ninguém pôde me ouvir aqui do inferno, olho a culpa no espelho, anjos mentiram para mim, e eu já perdi o controle há tempo de mais para buscar por algo semelhante de novo.
Mais do que isso, continuo me sentindo pressionando por mim mesmo, meus dentes, sentem o amargo gosto escarlate do que corre em minhas veias, e eu me pergunto, o que fiz para merecer algo tão grotesco, meus lábios mal abrem sem que a dor tome conta de minhas palavras, olho em sua face e só vejo um espelho manchado, e todas essas pequenas coisas fazem parte disso...
O que poderá me salvar quando não houver mais nada para mim? Eu odeio ficar sozinho, mas eu não quero arrastar ninguém para meu abismo, estou em uma corda bamba e sei que logo logo irei despencar.
Quebrei meu sistema atirando-me as pedras, minha alma gritou por ajuda, mas ninguém pôde me ouvir aqui do inferno, olho a culpa no espelho, anjos mentiram para mim, e eu já perdi o controle há tempo de mais para buscar por algo semelhante de novo.
Comentários
Postar um comentário